O lado não visto do PROUNI

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Hoje, vou falar sobre o PROUNI - Programa Universidade para todos, do governo federal. Para quem não conhece, o mesmo dá bolsas , parciais e integrais, em universidades privadas para alunos carentes. Minhas indagações sobre esse assunto é: 

*Será que essas bolsas são dadas realmente a pessoas carentes? 
*Por que existe as cotas para negros, pardos e indígenas? O governo os considera inferiores?
*Por último, da onde vem esse dinheiro?

Agora irei comentar sobre cada pergunta. Lembrando que essa é minha humilde opinião sobre o caso. Primeiro, o fantástico e outros grandes programas denunciam sempre a falta de fiscalização do programa, pessoas ricas fazendo uso da bolsa. Solução: aumentar fiscalização, para que as bolsas sejam apenas concedidas a quem realmente não possa pagar.

Segundo, essa história de cotas para negros, pardos e indígenas eu não consigo entender. Ora, o programa concede 10% das bolsas, obrigatoriamente, a eles. Ou seja, pensam que os mesmos não podem conseguir a bolsa por ampla concorrência. Acredito que seja preconceito, gente nós somos iguais. Quantos pardos, negros mais qualificados que os brancos. Vivemos em um país onde se prega  a igualdade, e por que tal discriminação? 

Por último, é como o programa paga essas bolsas. Ora, eu sou bolsista do PROUNI e descobri que o valor das bolsas são abatidas no imposto pago pela universidade ao governo federal, ou seja, ao invés da universidade pagar o imposto federal, ela concede a bolsa e fica isenta do imposto. Minha crítica a respeito disso é, por que que o governo não arrecada esses impostos e abre novas universidades públicas, gerando mais emprego, renda e desenvolvimento. Uma nova universidade pública aberta, gera novos professores empregados, novos alunos estudando, estagiando... 

ATENÇÃO:
 Mas se é de acabar com o PROUNI, arrecadar tais impostos e não fazer nada é melhor que deixe o programa aberto.



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